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Cidades Rompimento

Segurança de menos: Câmeras e Cerco Eletrônico de Aracruz foram retirados

A Prefeitura alega irregularidades, mas fontes dizem que tudo é apenas uma manobra para colocar um aliado no lugar.

27/09/2021 10h36 Atualizada há 4 semanas
Por: Redação O Diário Fonte: da redação
Central de videomonitoramento na PMA.
Central de videomonitoramento na PMA.

Nos últimos dias um debate sobre segurança pública tem aumentado em todos os lugares, mas a prefeitura de Aracruz preferiu “romper” dois contratos com a 7LAN COMÉRCIO E SERVIÇO EIRELI e VITÓRIA TELECOM, que eram responsáveis por instalar e manter funcionando 40 câmeras em diversos pontos de Aracruz.

Há denúncia de que toda essa movimentação foi proposital para a retirada da atual empresa, já que se trata de dois contratos de valor importante de aproximadamente R$ 1 milhão por ano, e a colocação de uma empresa aliada da gestão, que inclusive já esteve na prefeitura com esse mesmo grupo.

Com a aproximação do fim de ano e festejos de verão, a população ficaria descoberta, justo no período mais crítico de furtos, roubos, e outros crimes.

Questionamos sobre a possibilidade de um contrato emergencial, o que deixaria muito evidente uma manobra, mas quanto a este ponto, a prefeitura descartou tal possibilidade, afirmando que foram encontradas irregularidades no cumprimento dos contratos que estavam em vigor com as empresas 7LAN COMÉRCIO E SERVIÇO EIRELI e VITÓRIA TELECOM. Sobre a cobertura, a PMA disse que irá abrir um novo processo licitatório em até 10 dias para nova contratação. Informou também que o município possui algumas câmeras do Programa Olho Digital em funcionamento, segundo apuramos, são 12 câmeras deste programa, mas apenas algumas estariam funcionando.

O outro lado

Segundo apuramos a Empresa o contrato não foi rompido, apenas não renovado. Segundo informação  todas as irregularidades apontadas pela PMA não prosperaram e foram respondidas e acatadas inclusive pela administração, o que tornou a situação muito estranha.

Outro ponto importante, é que todos os equipamentos utilizados em comodato (menos o software), por força de contrato, passariam a ser de propriedade da prefeitura agora em Setembro, o que permitiria o município ficar com as 40 câmeras e mais os equipamentos de retaguarda, mas curiosamente a PMA decide finalizar dias antes de ter este benefício.

Se ler o último relatório deles verás que não há qualquer irregularidade, apenas procuraram algum problema para cancelar o nosso contrato” afirma uma fonte.

A empresa ficou cinco meses sem receber e hoje existe uma dívida em aberto de R$ 430 mil reais para a prefeitura pagar, e segundo a mesma fonte a empresa espera receber sem precisar acionar a justiça.

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