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Após exames, Justiça pode decidir pela liberdade de Adélio

A partir de junho, homem que esfaqueou Bolsonaro passará por nova perícia médica

05/05/2022 08h42
Por: Redação O Diário Fonte: PNews
Adélio está preso desde setembro de 2018 quando tentou matar o presidente Bolsonaro.
Adélio está preso desde setembro de 2018 quando tentou matar o presidente Bolsonaro.

A partir de junho, a Justiça poderá decidir se Adélio Bispo de Oliveira, homem que esfaqueou Jair Bolsonaro, ganhará liberdade. Ele deverá passar por uma nova perícia médica, que irá verificar se ele não é mais perigoso para a sociedade.

Após as avaliações em Adélio, o juiz responsável pelo caso decidirá se o autor do ataque a Bolsonaro sofre ou não dos transtornos que o levaram a ser internado. Dessa forma, Bispo tem chance de deixar a penitenciária federal de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

O juiz federal Luiz Augusto Iamassaki Fiorentini, da 5ª Vara Federal da capital sul-mato-grossense, é o magistrado responsável pela fiscalização da internação de Adélio.

O agressor está preso desde setembro de 2018, quando atentou contra a vida de Bolsonaro, que ainda era candidato à Presidência da República.

A prisão preventiva de Adélio em medida de segurança foi convertida em internação por tempo indeterminado em junho de 2019, após determinação da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais. A decisão teve como base um laudo que comprovou que o autor da facada tem “transtorno delirante persistente”.

Se for considerado recuperado, Adélio Bispo não sofrerá outras sanções e poderá deixar a internação, passando a ser avaliado de tempos em tempos para verificação de alguma possível piora no estado mental.

O advogado do presidente Bolsonaro (PL), Frederick Wassef, se manifestou contra uma possível liberdade de Adélio.

– Seria a maior injustiça da história do Brasil. Um estímulo ao crime e uma ameaça à democracia porque a vítima, além de uma vida humana, é o presidente da República. Vou fazer todo o possível na legislação para acompanhar o caso, para evitar que uma nova fraude não aconteça – falou.

 

 

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